imagem que eu salvei de um pps pra brincar com um amigo corintiano.Que seu caminhar seja cheio de encantos
(anônimo)
imagem que eu salvei de um pps pra brincar com um amigo corintiano.
Vinicius
Meu querido filho completa nesta semana seis anos de idade. Graças a Deus está muito bem de saúde. É uma criança muito ativa e inteligente. Já sabe inclusive ler ( em letras de forma). Desejo a ele tudo oque há de melhor neste mundo e muitos, muitos anos de vida.
Conta a história que reinou Acabe em Israel, Samaria, vinte e dois anos.Israel era terra Santa, seu povo adorava a Deus. Mas Acabe fez muitas coisas erradas perante os olhos de Deus. Acabe foi à terras proibidas para o povo de Deus praticar pecados. E como se não bastasse, desposou Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios. Um povo que cultuava um outro deus. Jezabel fez com que Acabe também cultuasse outro Deus, e fizesse para ele altar e templo.
Muito tempo depois Deus ordenou que o profeta Elias fosse a Israel levar-lhes a palavra. A idolatria, especialmente a adoração de Baal, já fazia parte do costume de parte do povo de Israel. O rei e a rainha desta nação, eram totalmente corruptos. Então Deus enviou Elias, o profeta, à Israel.
Neste ambiente espiritual desanimador, a voz solitária de Elias soava em oposição. Ele lançou um desafio aos falsos profetas. Uma disputa para ver quem era o Deus verdadeiro.
A competição seria simples: seriam preparados sacrifícios no altar e o deus que respondesse com fogo do céu para queimar o animal seria o vencedor. Os resultados foram inconfundíveis. Os idólatras clamaram a Baal desde a manhã até o meio da tarde, mas não houve resposta. Em contraste, Elias cavou uma valeta em volta do seu sacrifício, molhou o animal com doze baldes de água até o ponto em que a valeta ficou cheia, e então, calmamente, pediu ao Senhor que o consumisse. O fogo de Deus não somente queimou o boi, mas também as pedras do altar, a água da valeta e até a terra em volta dele. Esta demonstração dramática convenceu o povo, e os falsos profetas foram executados.
Elias disse que haveria longa seca e que os ímpios seriam, então, castigados.
Mas quando a perversa rainha Jezabel recebeu as notícias, quando ouviu que Elias havia matado todos os seus falsos profetas, ela ameaçou lhe matar. "Temendo, pois, Elias, levantou-se, e, para salvar sua vida, se foi"
Elias fugiu para o deserto e se escondeu em uma caverna. Ele se sentia triste, desanimado e derrotado por não ter absolutamente ninguém ao seu lado. "E lhe veio a palavra do Senhor dizendo: _Que fazes aqui Elias?"
E Então ordenou para Elias que fosse se esconder a beira do riacho de Querite, pra lá do Jordão. E disse-lhe também que não se preocupasse, que mesmo com a seca, não morreria de fome.
Então assim se fez, e Elias bebia das águas de Querite, e os corvos traziam-lhe todos os dias pão e carne.
Mas, devido à seca o rio secou e Elias foi ter com Deus...E Deus disse-lhe que fosse à cidade de Sarepta, que uma viúva daria-lhe de comer e de beber. Sarepta era uma pequena cidade, inexpressiva, situada numa região idólatra.
Lá Elias avistou a viúva às portas da cidade catando lenha. E, então, pediu-lhe um pouco de água. E a viúva prontamente foi e deu-lhe de beber.
E então Elias pediu-lhe um pedaço de pão. Porém, ela respondeu:
"_Tão certo como vive o Senhor, teu Deus, nada tenho cozido; há somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou preparar esse resto de comida para mim e para meu filho; comê-lo-emos e morreremos.”
Elias então disse-lhe para que troxesse a farinha e o azeite e preparasse um pão para que ele comesse antes de preparar o almoço para si e para seu filho, e disse-lhe:
_ “Nem a farinha acabará na panela, nem o azeite na botija faltará, até o dia que o Senhor faça chover novamente sobre a terra.”
A viúva fez o que Elias tinha dito e, milagrosamente, a farinha e o azeite multiplicaram-se. Elias então abrigou-se em sua casa. Por muitos dias, os três tiveram o que comer.
Tempos mais tarde, o filho da viúva adoeceu e morreu. A viúva ficou deveras entristecida. Então Elias levou o menino para o quarto e deitou-se sobre ele por três vezes, e na terceira o menino abriu o olhos e voltou a respirar.
A viúva então teve certeza de que Elias era um enviado de Deus.
Post dedicado à amiga Bete.

Na imagem, Elias fala sobre a grande seca à rainha Jezabel.
P.S.:Depois de meses ouvindo isto e aquilo sobre Elias-o profeta, eu ainda não sabia muita coisa. Apenas que era muito, muito fiel a Deus, e que o "Senhor" "usava" dele constantemente em suas obras. Sabia também que tinha passado uma temporada na casa de uma certa viúva, e que quando alí estivera, farinha e azeite não deixara faltar.
Fiz algumas (poucas) pesquisas e, juntando um pouco aqui e ali, consegui resumir uma pequena parte de sua jornada, que é esta que acabaste de ler.
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Sites de pesquisa:
http://www.4tons.com/7472.doc
http://www.estudosdabiblia.net/d56.htm
http://imagensbiblicas.wordpress.com/category/elias/
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=8084&id_noticia=321
http://www.sermao.com.br/sermao.asp?id=406
http://ensinodominical.com.br/2007/07/19/elias-um-profeta-humilde-e-determinado-3/
http://www.circoarmado.com.br/jesusmechicoteia/elias-a-seca-e-a-viva/

Este é um vídeo do filme Kama Sutra: A Tale of Love . Quem não assistiu pode achar que se trata de um filme pornô, mas não é...É uma linda estória de amor, que se passa na India. O fime é muito lindo e interessante, pois além de falar de amor e paixão, de amizade e ódio, fala dos costumes do povo indiano...Cenas lindas, paisagens maravilhosas, músicas, danças...Vale a pena.
A primeira vez que vi o filme, há muuuitos anos atrás, me apaixonei. Até perdi a conta de quantas vezes já o assisti.
Neste link: http://www.youtube.com/watch?v=gfY9Y-QLptk tem um trailer muito lindo sobre o filme, mas não deu pra postar aqui porque a incorporação foi desativada.
Quem se interessar e alugar o filme pra ver, pode ter certeza que não vai se arrepender...
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Beijos a todos.
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Imagem e poema do fotolog do meu amigo Zé Carlos

À você Zé Carlos, com muito carinho.
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DO AMOROSO ESQUECIMENTO
DA DISCRIÇÃO
POEMINHA DO CONTRA
DA FELICIDADE
DAS UTOPIAS
DOS MILAGRES
DA OBSERVAÇÃO
Não te irrites, por mais que te fizerem..
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio…
Trova
Coração que bate-bate..
Antes deixes de bater!
Só num relógio é que as horas
Vão passando sem sofrer.
Poema Transitório
(...) é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
Não faças da tua vida um rascunho.
Poderás não ter tempo de passá-la a limpo.
Amar:
Mário Quintana
Mário Quintana, poeta gaúcho nascido em Alegrete, em 30 de julho de 1906, e morreu em 5 de maio de 1994, em Porto Alegre. Trabalhou em vários jornais gaúchos. Traduziu Proust, Conrad, Balzac, e outros autores de importância. Em 1940, lançou a Rua dos Cataventos, seu Primeiro livro de poesias.

Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira...
Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente, mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimônia do casamento teve lugar do ano de 1612, na qual o imperador a rebatizou de Mumtaz Mahal ou "A eleita do palácio". O Príncipe foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, "O Rei do mundo" e governou em paz.
Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho (Cruzes), morreu aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crônicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal e o nome da mulher cuja a memória preserva. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflete a sua imagem mais imponente. Por dentro, o mausoléu é também impressionante e deslumbrante. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.
Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal. Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal. Após quase quatro séculos, milhões de visitantes continuam a reter a sua aura romântica...
O Taj Mahal será para todo o sempre uma lágrima solitária no tempo.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, e completa 350 anos .
Classificado pela UNESCO como Patrimonio da Humanidade, anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007.
Localização: Agra, estado de Uttar Pradesh, na Índia
Do Título:Taj Mahal, a maior prova de amor do mundo (que se pode ver e tocar) - Pois a maior prova de amor do mundo foi Jesus, o Cristo, ter dedicado sua vida para nos salvar, e a forma como demonstrou seu amor, morrendo na Cruz .

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REVERÊNCIA AO DESTINO
